Como Fazer Anúncios de Advogados na Internet?

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Leia neste artigo sobre como fazer anúncios de advogados na internet pois os Tribunais de Ética e Disciplina (TED) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo e da Bahia têm autorizado os escritórios de Advocacia a comprarem anúncios na internet em plataformas que permitem a contratação de anúncios pagos, como Facebook Ads, Linkedin Ads, Twitter Ads, Youtube Ads e especialmente o Google Ads.

Para os TEDs da Bahia e de São Paulo, o entendimento é de que este tipo de publicidade não fere os princípios do Código de Ética e Disciplina em relação à publicidade na advocacia, uma vez que apenas as pessoas que estão buscando esse tipo de serviço são alcançadas pelos anúncios.

Além disso, a informação é apresentada claramente como anúncio, em espaço específico para links patrocinados, mostrando que se trata de um patrocínio.

Mas é importante reforçar que esta é a opinião desses dois tribunais e, por isso, é importante consultar o tribunal da cidade onde seu escritório é atuante.

Esta é uma novidade que pode ser interessante para os escritórios de advocacia que têm interesse em realizar este tipo de investimento, uma vez que não há nada no atual Código de Ética da OAB para marketing de advogados que clarifique esta questão.

Antes conhecido como Google AdWords, o Google Ads é o principal serviço de publicidade da Google.

O sistema consiste na apresentação de anúncios relacionados à pesquisa de palavras-chave pelos usuários da plataforma de buscas e são exibidos juntamente com os resultados das mesmas, mas destacados como anúncio pago.

As empresas que utilizam este recurso geralmente têm interesse em uma publicidade altamente segmentada.

Temos um artigo muito bom sobre o Google Ads para advogados em nosso blog. Confira.

Outra dúvida frequente dos escritórios de advocacia é referente ao impulsionamento de posts nas redes sociais, item que também não é tratado pelo atual Código de Ética e Disciplina da OAB.

De acordo com o entendimento do TED de São Paulo, os advogados podem sim fazer anúncios pagos nas redes sociais, desde que as postagens contenham informações objetivas e sejam apresentadas de forma discreta.

Para escrever estes anúncios utiliza-se principalmente uma técnica chamada AIDA. A técnica AIDA faz parte da prática de copywriting, termo em inglês que remete à redação comercial, que é relativamente desconhecida no universo não publicitário.

Considere como uma técnica de escrever utilizando palavras que se conectam com o público alvo, com o objetivo de induzir o cliente a tomar uma decisão. 

Essa técnica não infringe nenhuma regra implícita no código de ética da OAB, muito pelo contrário, foge totalmente do aspecto comercial, e vai totalmente de encontro aos interesses emocionais do cliente.

A técnica AIDA utilizando a prática de copywriting, se resume a abreviação das seguintes palavras:

A | Atenção
I | Interesse
D | Desejo
A | Ação 

A partir do entendimento de como construir as mensagens para o Facebook, Instagram, email ou qualquer outra rede social, você estará munido de uma técnica poderosa, no entanto, vale lembrar que só depende de você para aplicá-la com ética e transparência.

A | Atenção:

Prenda a atenção do público-alvo a partir de uma chamada que provoque suas emoções, “Somos especialistas em divórcio, escritório com X anos de atuação” x “Já pensou o que aconteceria se você perdesse o imóvel no seu processo de divórcio?”

Obviamente a segunda chamada prenderá muito mais a atenção da pessoa que está vivendo este problema, porém, é importante que você entregue a resposta para a provocação feita ao cliente.

I | Interesse:

Ao despertar a atenção pela chamada, você naturalmente conduz o cliente para o “próximo estágio”, que é denominado interesse. Adaptando para o marketing jurídico, eu diria para você interpretá-lo como implicação da chamada, ressaltando um pouco do que será abordado no conteúdo, exemplo:

“Existem formas de evitar este problema. São apenas casos específicos (principalmente quando não existem filhos na relação) em que o juiz poderá decretar a venda do imóvel.”

D | Desejo:

O sentido original seria apresentar a solução para o problema, ou seja, criar o apetite do consumidor a comprar determinado produto ou serviço. Adaptando para o marketing jurídico, interprete como o momento de entregar a resposta ao usuário. Exemplo:

“Digamos que o casal adquiriu o imóvel durante a relação, cada um tem direito a metade dele. Se uma das partes decide sair do imóvel (independentemente se foi por acordo ou por determinação da justiça), a outra pessoa passa a morar sozinha no local, mas ainda é dono somente de 50% e a parte  que saiu tem o direito de pedir que a pessoa que ficou seja pago seus 50% do aluguel do imóvel, pois ela terá que arcar com este tipo de custo já que está morando em outro local. IMPORTANTE! Quem fica no imóvel do casal conservará a posse até que o bem seja dividido, a não ser que o juiz determine em contrário. O mesmo acontece com o mobiliário.”

A | Ação: 

Este é o momento que você deve conduzir o usuário a tomar uma ação. No universo de e-commerce, seria o botão “COMPRAR”. No universo jurídico, guardando relação com as técnicas de marketing jurídico que sugerimos aplicar, é o momento de estabelecer contato com o cliente induzindo para alguma atitude que seja interessante inicialmente para ele ou ela, ou seja, que você possa mostrar o seu conhecimento e apenas por consequência do seu relacionamento avançar para a parte contratual. Exemplo:

“Quero avaliar o meu caso.”
“Quero saber se tenho direito de ficar com o imóvel.”
“Quero entender melhor o assunto.”

As chamadas acima devem ser sempre testadas, dessa forma, poderá identificar quais delas são mais interessantes e tendem a gerar o melhor resultado. Caso esteja publicando no Facebook, poderá inserir um link que leve diretamente para o seu email ou Whatsapp.

Perceba que em nenhum momento estamos oferecendo algo “comercial”, o que estamos fazendo é colocar o que queremos vender em uma roupagem diferente, e a partir dela gerar conexão com o cliente.

Sabe o que é o melhor dessa técnica? Quando as pessoas percebem que você não está querendo “vender nada”, elas compartilham e engajam com o seu conteúdo, ou seja, você utiliza a própria força da sua entrega de informação relevante para atingir várias pessoas. É óbvio que as questões de saber impulsionar, quanto investir e outros aspectos técnicos das ferramentas são fundamentais para gerar resultados.

As redes sociais podem ser ferramentas valiosas para a estratégia de marketing jurídico e comunicação de grande parte dos escritórios de advocacia e advogados, mas é frequente encontrar bancas que investem tempo e dinheiro na internet sem ter uma ideia clara do retorno que estão tendo.

Confira aqui nosso guia completo das redes sociais para advogados.

Somos uma agência especializada em marketing digital para advogados e criamos um assistente virtual que é otimizado para atrair clientes online, realizar agendamentos, enviar lembretes das reuniões e ainda receber pagamentos dos seus clientes de forma automatizada dentro do seu site.

O diferencial do nosso sistema e dos resultados que ele proporciona não está apenas nas ferramentas que utilizamos e sim na forma como utilizamos, focado em conduzir novos clientes em uma jornada de descoberta até a contratação e que nos permite desenvolver estratégias capazes de aumentar o número de visitantes do seu site com trafego orgânico e trafego pago.

Estamos em várias redes sociais dando dicas valiosas por lá, então siga-nos na sua rede preferida e caso queira conversar mais sobre marketing para advogados entre em contato gratuitamente com um de nossos especialistas.

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